Nova vaga de protestos em prol da defesa do ambiente
- Marcelo Morais
- 22 de set. de 2019
- 2 min de leitura
Atualizado: 12 de out. de 2019
Em todo o mundo, milhares de pessoas fizeram greve com o objetivo de alertar os políticos paras as alterações climáticas. Esta onda de protestos está a ser impulsionada por um enorme grupo de jovens de vários países.
Segundo os cientistas, as excessivas emissões de carbono para a atmosfera, provenientes da utilização de combustíveis fósseis, têm levado a ondas de calor, derretimento de gelo nas zonas polares e consequentes subidas do nível do mar e inundações. O Painel Antigovernamental sobre as Mudanças Climáticas alerta que, para regularizar a situação, é necessário reduzir significativamente a emissão destes gases durante os próximos 12 anos.
Para chamar a atenção para a crise ambiental que atravessa o planeta, multidões de pessoas reuniram-se por todo o mundo em modo de greve e protesto. Os manifestantes pedem ações urgentes por parte dos políticos.
Perante a situação, a ONU agendou uma reunião para a próxima semana onde se irão discutir medidas ambientais que possam ter um impacto positivo a curto prazo no ambiente, trocando os combustíveis fósseis por energias renováveis.
Donald Trump e Jair Bolsonaro não devem comparecer à reunião. Enquanto isso, Angela Merkl já apresentou um pacote com medidas de proteção climática que entrarão em vigor na Alemanha.
Inspirada pela jovem ativista Greta Thunberg, a manifestação mundial esteve presente por todo o planeta onde milhões de jovens faltaram à escola e foram para a rua mostrando o seu desagrado em forma de cartazes e cânticos. Thunberg estará presente em Nova Iorque na próxima semana, na altura em que se irá realizar a reunião na ONU.
A força das redes sociais permitiu a partilha e difusão do agendamentos destes protestos e também tornaram virais as imagens que mostram milhares de pessoas reunidas em greve. Os organizadores dizem ter sido as maiores manifestações já registadas, deste género.




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